/ Uma saga planejada

Júlia Olivas atravessa estações. Não capítulos.

A saga foi concebida desde o início como uma obra longa. Cada livro é um tempo próprio, com começo e peso distintos — parte de um arco que não se encerra antes da hora.

— As quatro estações

O processo de se tornar alguém é longo demais para um só livro.

Livro I — Verão
Livro II — Outono
Livro III — Inverno
Livro IV — Primavera

Antes do Verão

A ser anunciado

A ser anunciado

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Nada se resolve com a chegada do frio. O segundo tempo da saga aprofunda o que o verão deixou em aberto — sem pressa, sem falsas resoluções.

Júlia está no limiar. A estação ainda não chegou. O livro existe no intervalo entre o que ela era e o que ainda não sabe que vai ser.

O terceiro volume habita a estação mais silenciosa. Júlia carrega tudo que veio antes e enfrenta o peso do que ainda não passou.

O arco completa o ciclo. Não um final feliz, mas um ponto de chegada honesto — o que Júlia se tornou depois de tudo que atravessou.

Close documentary shot of an open book on a worn wooden desk, pages slightly curved, north-facing window light falling across the text at a low angle, a single hand resting at the edge of the page, calm and still, no props, no decoration
Close documentary shot of an open book on a worn wooden desk, pages slightly curved, north-facing window light falling across the text at a low angle, a single hand resting at the edge of the page, calm and still, no props, no decoration

▸ Ficção literária brasileira

Este projeto não surgiu como um livro que esperava virar série.

A saga de Júlia Olivas foi escrita desde o princípio como uma obra de fôlego. O primeiro livro é um ponto de partida — não um experimento à espera de resposta.

Você começa pelo antes. O que vem depois já existe como intenção — escrito para durar mais de um verão.